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E quando eu morrer

E se um dia eu saí, no obscuro

Para nunca ver mais o verde

Sentimentos enterrados num vazio

As estrelas em lágrimas coberto nas profundezas escancaradas



E se um dia tudo parar, meu coração vai parar de bater

Como um labirinto num milharal

Um fim trágico, coloridos pendurados

A novela mal elaborada de sonhos perdidos para sempre



E se um dia eu desaparecer sob as linhas de um Supremo preto

Minha alma vai estar solta, não verei nenhum macilento
De felicidade

Aqui está o que continua a ser um grande diferencial escanzelado
Uma espada direita na vida, acorrentada ao meu crucificar

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