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A morte de um anjo

A palheta é quebrada em uma erva fresca

Alertado pelas palavras de vermelho sangramento

O sofrimento das lágrimas prístino

Faleceu horas antes da bênção do céu

Morte em um espinheiro

Dominado pelo medo tem o seu coração pequeno como de uma pomba

Otas maligna em suas asas

O fluxo sanguíneo para os lábios

Beberdes o seu sangue e sua alma sem cor

Ela flui de sua fonte dormindo

Cavando sua sepultura dá sustento

A sua esperança arrogante e violenta

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