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Confundo-te

Risadas negras em meio ao labirinto de meus medos
das melodias arrancadas dum solo choroso de guitarra
tocada por um majestoso deus pálido de sofrido doce
beijo amargo com toque violento 
sem pudor 
sem nexo 
sem dó do amor fisico calado carente da sua voz rouca amavel tom surruar das melodias catadas baixinhas lá no fundo do meu coração que já fora necrosado porém sobrevive a dor violenta dum amor de outras eras distantes olhares fixos no poema que te escrevo os contornos da sua face marcadas pelo meu tempo distorcido por uma lagrima corrida de ventos soprosos de seus lábios rigidos com seus sons roucos dum louco assombrado
medroso
desconfiado
curioso pensamento ocorrente das linhas surrealistas arrancandas duma louca apaixonada melodia de uma alma delicada e ansiosa de frases confusas lidas sem pontos
sem linha
sem costuras
sem virgulas pontuadas palavras de sentidos duplos meros pensamentos despejados da memória querida pelo deus amor meu...

decodifique o que apenas escrevi o dor senti
surrealmente fingidos pensamentos ou não !

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